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quarta-feira, 9 de março de 2016

Projeto de leitura - O Livro Negro de Thomas Kid 8o. ano B



      Uma grande aventura envolvendo viagens marítimas rumo ao desconhecido, cujo protagonista enfrenta monstros marinhos, piratas e tempestades, tendo como pano de fundo um dos períodos mais importantes da História: as Grandes Navegações, ocorridas entre os séculos 15 e 16.
         O protagonista do livro é Thomas Kyd, garoto da cidade portuária de Plymouth, Inglaterra. Fascinado por viagens marítimas e pelas histórias a respeito do Novo Mundo, consegue realizar seu sonho de viajar pelos mares após ser demitido da taberna onde trabalhava. Por sorte, é aceito em uma frota de navios comandada por um verdadeiro mito da exploração marítima em seu país: o almirante Thomas Cavendish, terceiro homem a dar a volta ao mundo em uma embarcação.
           A inclusão de um personagem real como Cavendish mostra a curiosa mistura entre história e ficção realizada por Sheila Hue na obra. Com uma meticulosa reconstituição de época, as aventuras de Thomas são narradas no formato de diário de viagem – inspiradas nos relatos reais dos marinheiros Anthony Knivet e John Jane. Desta forma, conhecemos detalhes sobre a vida em alto-mar, a descoberta de novos povos e terras e sobre a vida no Brasil durante a época dos Descobrimentos
             Com um conteúdo que evoca o clássico de aventura Simbad, o Marujo, e os filmes da série Piratas do Caribe, o acabamento do livro precisava ser especial: os títulos dos 14 capítulos são escritos com letras que simulam a elegância dos antigos escritos saídos dos bicos de pena, dando a sensação a quem lê de possuir um documento histórico, um manuscrito do século 16 em mãos. Tudo isso é envolto por uma capa de tecido vermelho, e com sobrecapa preta. As ilustrações de Alexandre Camanho são outro grande destaque do trabalho gráfico: ricas em detalhes reconstroem muito bem os incríveis cenários visitados por Thomas.
             Muito mais do que o descobrimento de lugares totalmente novos, a viagem representa para Thomas uma jornada de amadurecimento. Além de se maravilhar com fenômenos naturais e animais jamais vistos, escapar de perigos entre índios e ingleses, e de chegar são e salvo ao Rio de Janeiro, o menino passa a entender e a respeitar as diferenças culturais, mudando a forma de se relacionar com o mundo.
Disponível em: http://www.ftd.com.br/imprensas/o-livro-negro-de-thomas-kyd


Essa turminha falou sobre "O livro negro de Thomas kid", da autora Sheila Hue e do ilustrador Alexandre Camanho.

                Da esquerda para direita: Pedro Victor, Bianca, Letícia, Natalie, Eduarda.





     Essa turminha pesquisou sobre os piratas mais conhecidos: Henry Morgan, François L'Olonnais, Eward Teach o "Barba Negra" e Charles Vane. O aluno José Abdon comentou sobre a pirataria na atualidade, pois embora em número reduzido, ainda hoje existem piratas saqueadores de embarcações, que atacam navios petroleiros e sequestram passageiros com pedido de resgate. 


 Da esquerda para direita: José Victor, Pedro Bodoux, Filipe Moreno,Gabrie l Ribeiro, Pedro Henrique, Igor Viana, José Abdon.




                     Essa turminha falou sobre portos, mapas e embarcações que transportavam mercadorias. 


 Da esquerda para direita, Gabriela, Nicole,Isabel, Alice,  Gabrielly e Rebeca.



Essa turminha falou sobre a vida no mar

 Da esquerda para direita: Piêtra Cardoso, Beatriz Alves, Julyane Dutra, Sarah Araújo, Maria Luísa, Thaís Albuquerque.


       A vida no mar era muito árdua, os porões eram escuros, mal-cheirosos, úmidos e sentia-se falta de ar.
      Também se pode presumir que a vida no mar era uma grande maçada para os piratas. Um grande contraste entre a vida no mar: navegam que dizer semanas de aborrecimento à procurar uma presa, e depois guerras muito duras quando encontravam vítimas.
       Com nada para distrair os piratas sanguinários, conflitos e lutas eram comuns. Era nessas alturas que o capitão intervinha e controlava-os com medo ou respeito. O capitão não tinha a última palavra, pois em muitos casos o navio pirata era dirigido democraticamente.

       Nas viagens de longa duração, o racionamento de comida era o maior desafio para os piratas. Os piratas muniam-se de cerveja engarrafada antes das viagens longas, pois a água rapidamente deixava de ser potável, devido ao seu sabor salgado. De início, os piratas detestavam os biscoitos duros que duravam muito tempo; embora para as longas viagens se munissem de lima, como abastecedor de vitamina c. Se tivessem sorte, os piratas podiam ter algumas galinhas a bordo, que lhes davam ovos e carne. Aparentemente os piratas encontravam abastecimento ilimitado de carne nas tartarugas que crescem nas Caraíbas. Além de serem deliciosas, estas tartarugas eram facilmente apanhadas.

http://pirata-os-senhores-das-aguas-sombrias.blogspot.com.br/2012/01/vida-em-terra-e-no-mar.html




 Essa turminha falou sobre a chegada de Thomas Kid ao Brasil, especificamente ao Rio de Janeiro, depois de ter escapado da morte. 

 Da esquerda para direita: Timóteo Heráclio, Marina Matias, Heloísa Correia, Bianca Nunes, Maria Laura, Tabata Barlavento , Paulo Henrique e Diego Davis.




Essa turminha falou sobre a vida no mar - os monstros marinhos, doenças, a  alimentação, as embarcações e os acessórios importantes para viagem.



"Para o homem europeu, o oceano era um lugar perturbador, onde o reino da água excluía a vida humana. O homem podia percorrer os rios, navegar nos mares interiores, mas quando as águas se estendiam a perder de vista, até distâncias completamente desconhecidas, como o caso do oceano Atlântico, então o mar transformava-se no reino de todos os monstros."
Disponível em : http://www.arqnet.pt/portal/artigos/jss_expansao2.html

João Henrique, Victor George, guilherme Kaercher, Guilherme Vilela, Arthur Ribeiro, Washington e Paulo Rafael.




Essa turminha também apresentou os piratas mais  conhecidos no mundo e a pirataria na atualidade.


 Da esquerda para direita: Micaela Krolls, Bianca Florentino, Bruna Rafaela, Heloísa Costa, Júlia Camily,, Joyce Ditoso, Sara Gabriela e Victória Furtado.




Essa Turminha Falou sobre "O livro negro de Thomas kid", da autora Sheila Hue e o ilustrador Alexandre Camanho.
 Da direita para esquerda: João Gabriel, Lucas Maia, Vinicius Ventura, Caio Guimarães, Gustavo Selva, David Philien, Iago Miranda, Wladson Lima.





                                  Essa turminha falou sobre portos e embarcações.


                               Da direita para esquerda: Alexsandro Melo e Thacyo Lucas.



      Essa turminha falou sobre a chegada de Thomas Kid ao Brasil, especificamente ao Rio de Janeiro, depois de ter escapado da morte.
      

 Da esquerda para direita: Hélio Malta, João Paulo, Caio Fernando, Matheus Gomes, Ramon Sobral Marcos Machado e Ortolane.




Bom Trabalho! Parabéns, turminha!




terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Nova Ortografia - Emprego do hífen


Oi, Turminha,

Em 1o. de janeiro de 2016 entrou em vigor a obrigatoriedade do uso do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa. O acordo, que visa padronizar a ortografia da língua portuguesa, foi assinado em 1990 entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Na época, o Timor-Leste, que hoje faz parte da CPLP, ainda não era uma nação independente. O país só aderiu ao acordo em 2004, após tornar-se independente.

Veja abaixo algumas dicas para o emprego correto do hífen.

Reforma ortográfica:  hífen - compostos

Compostas comuns

 1. Usa-se hífen nas palavras compostas comuns, sem preposições, quando o primeiro elemento for substantivo, adjetivo, verbo ou numeral. 

Amor-perfeito, boa-fé, guarda-noturno, guarda-chuva, criado-mudo, decreto-lei, terça-feira
substantivo                 adjetivo       verbo                                                                                                            numeral
  Formas adjetivas como afro, luso, anglo, latino não se ligam por hífen:

afrodescendente, eurocêntrico, lusofobia, eurocomunista. 

Mas com adjetivos pátrios (de identidade), usa-se o hífen: 

afro-americano, latino-americano, indo-europeu, ítalo-brasileira, anglo-saxão. 

 Se a noção de composição desapareceu com o tempo, deve-se unir o composto sem hífen:

pontapé, madressilva, girassol, paraquedas,paraquedismo (perdida a noção do verbo parar);mandachuva (perdida a noção do verbo mandar). 

 Demais casos com para e manda usam hífen: 

para-brisa, para-choque (sem acento no para); manda-tudo, manda-lua.

Compostos com elementos repetidos também levam hífen:

tico-tico, tique-taque, pingue-pongue, blá-blá-blá.

 Compostos com apóstrofo também levam hífen: 

cobra-d'água, mãe-d'água, mestre-d'armas. 

Nomes geográficos antecedidos de grão, grã ou verbos 

2. Usa-se o hífen em nomes geográficos compostos com grã e grão ou verbos de qualquer tipo. Grã-Bretanha, Grão-Pará,Passa-Quatro.

Demais nomes geográficos compostos não usam hífen: 

América do Norte, Belo Horizonte, Cabo Verde. 
(O nome Guiné-Bissau é uma exceção).

Espécies vegetais/ animais 

3. Usa-se o hífen nos compostos que designam espécies vegetais e animais: 
bem-te-vi, bem-me-quer, erva-de-cheiro,couve-flor ,erva-doce, feijão-verde, coco-da-baía, joão-de-barro, não-me-toques (planta). Se a palavra for usada em sentido figurado, não leva hífen: Ela está cheia de não me toques (melindres).

Mal 

4. Usa-se hífen com mal antes de vogais ou h ou l. mal-afamado, 

mal-estar, mal-acabado, mal-humorada, mal-limpo.

 Escreva, porém: malcriado, malnascido,malvisto, malquerer,malpassado. 

 Escreva com hífen no femininomá-língua, más-línguas. 

Além, aquém, recém, bem, sem

 5. Usa-se hífen com além, aquém, recém, bem e sem:

além-mar, aquém-oceano,recém-casado,recém-nascido,bem-estar, bem-vindo, sem-vergonha. 

Quando o bem se aglutina com o segundo elemento, não se usa hífen:

 benfeitor, benfeitoria, benquerer, benquisto.

Locuções 

6. Não se usa hífen nas locuções dos vários tipos -substantivas, adjetivas etc.:

à vontade, cão de guarda, café com leite, cor de vinho, fim de semana, fim de século, quem quer que seja, um disse me disse.

 Certas grafias consagradas agora são exceções à regra

água-de-colônia, arco-da-velha, pé-de-meia, mais-que-perfeito, cor-de-rosa, à queima-roupa, ao deus-dará. 

Outras expressões/locuções que não usarão hífen:

bumba meu boi, tomara que caia, arco e flecha, tão somente, ponto e vírgula.

Escreva também sem hífen as locuções :

à toa (adjetivo ou advérbio), dia a dia (substantivo e advérbio) e arco e flecha. 

Encadeamentos de palavras

 7. Os encadeamentos vocabulares levam hífen (e não mais traço).

Encadeamento vocabular é quando se emprega o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando, não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares.

A relação professor-aluno.
O trajeto Tóquio-São Paulo.
A ponte Rio-Niterói. 
Um acordo Angola-Brasil. 
Áustria-Hungria.
Alsácia-Lorena. 

Hífen no fim da linha

8. Quando cai no fim da linha, o hífen deve ser repetido, por clareza, na linha abaixo.

 Atravesso a ponte Rio- 
-Niterói. 
Couve- 
-flor. 

Disponível em : http://educacao.uol.com.br/portugues/hifen-palavras-compostas.jhtm

BECHARA, Evanildo. O que muda com o Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2008. 

INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Escrevendo pela Nova Ortografia. Rio de Janeiro/São Paulo, Houaiss/Publifolha, 2008. 

GOMES, Francisco Álvaro. O acordo ortográfico. Porto, Porto Editora, 2008.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Nova Ortografia - Acentuação gráfica


Oi, Turminha,

Em 1o. de janeiro de 2016 entrou em vigor a obrigatoriedade do uso do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa. O acordo, que visa padronizar a ortografia da língua portuguesa, foi assinado em 1990 entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Na época, o Timor-Leste, que hoje faz parte da CPLP, ainda não era uma nação independente. O país só aderiu ao acordo em 2004, após tornar-se independente.

Esta tabelinha vai ajudá-lo (a) a empregar corretamente a acentuação gráfica.

Tipo de palavra ou sílaba
Quando acentuar
Exemplos (como eram)
Observações
(como ficaram)
Proparoxítonas
sempre
simpática, lúcido, sólido, cômodo
Continua tudo igual ao que era antes da nova ortografia.
Observe:

Pode-se usar acento agudo ou circunflexo de acordo com a pronúncia da região: acadêmico, fenômeno (Brasil) académico, fenómeno (Portugal).
Paroxítonas
Se terminadas em: R, X, N, L, I, IS, UM, UNS, US, PS, Ã, ÃS, ÃO, ÃOS; ditongo oral, seguido ou não de S
fácil, táxi, tênis, hífen, próton, álbum(ns), vírus, caráter, látex, bíceps, ímã, órfãs, bênção, órfãos, cárie, árduos, pólen, éden.
Continua tudo igual.
Observe:
1) Terminadas em ENS
 não levam acento: hifens, polens.

2) Usa-se indiferentemente agudo ou circunflexo se houver variação de pronúncia: sêmen, fêmur (Brasil) ou sêmen, fémur (Portugal).

3) Não ponha acento nos prefixos paroxítonos que terminam em
 R nem nos que terminam em I: inter-helênico, super-homem, anti-herói, semi-internato.
Oxítonas
Se terminadas 
em: A, AS, E, ES, O, OS, EM, ENS
vatapá,
igarapé, avô, avós, refém, parabéns
Continua tudo igual.
Observe:
1. terminadas em
 I,IS, U, US não levam acento: tatu, Morumbi, abacaxi.
2. Usa-se indiferentemente agudo ou circunflexo se houver variação de pronúncia: bebê, purê(Brasil); bebé, puré(Portugal).
Monossílabos tônicos (são oxítonas também)
terminados em A, AS, E,
ES, O,OS
vá, pás, pé, mês, pó, pôs
Continua tudo igual.
Atente para os acentos nos verbos com formas oxítonas: adorá-lo, debatê-lo, etc.

Í e Ú em 
palavras oxítonas e paroxítonas
Í e Ú levam acento se estiverem sozinhos na sílaba (hiato)
saída, saúde, miúdo, aí, Araújo, Esaú, Luís, Itaú, baús, Piauí
1. Se o i e u forem seguidos de s, a regra se mantém: balaústre, egoísmo, baús, jacuís.

2. Não se acentuam
 e u se depois vier 'nh': rainha, tainha, moinho.

3.
 Esta regra é nova: nas paroxítonas, o i e não serão mais acentuados se vierem depois de um ditongo: baiuca, bocaiuva, feiura, maoista, saiinha (saia pequena), cheiinho (cheio).

4. Mas, se, nas oxítonas, mesmo com ditongo, o
 i e estiverem no final, haverá acento: tuiuiú, Piauí, teiú.
Ditongos abertos em palavras paroxítonas
EI, OI,
idéia, colméia, bóia
Esta regra desapareceu (para palavras paroxítonas). Escreve-se agora: ideia, colmeia, celuloide, boia.
Observe: há casos em que a palavra se enquadrará em outra regra de acentuação. Por exemplo: contêiner, Méier, destróier serão acentuados porque terminam em
 R.
Ditongos abertos em palavras oxítonas
ÉIS, ÉU(S), ÓI(S)
papéis, herói, heróis, troféu, céu, mói (moer)
Continua tudo igual (mas, cuidado: somente para palavras oxítonas com uma ou mais sílabas).
Verbos terminados em guar, quar e quir
aguar
enxaguar, averiguar, apaziguar, delinquir, obliquar usavam acento agudo em algumas pessoas do indicativo, do subjuntivo e do imperativo afirmativo.
Esta regra sofreu alteração. Observe:.
Quando o verbo admitir duas pronúncias diferentes, usando
 a ou i tônicos, aí acentuamos estas vogais: eu águo, eles águam e enxáguam a roupa (a tônico); eu delínquo, eles delínquem (í tônico).
tu apazíguas as brigas; apazíguem os grevistas.
Se a tônica, na pronúncia, cair sobre o
 u, ele não será acentuado: Eu averiguo (diga averi-gú-o, mas não acentue) o caso; eu aguo a planta (diga a-gú-o, mas não acentue).
ôo, ee
vôo, zôo, enjôo, vêem
Esta regra desapareceu.
Agora se escreve: zoo, perdoo veem, magoo, voo.
Verbos ter e vir
na terceira pessoa do plural do presente do indicativo
eles têm,
eles vêm
Continua tudo igual. 
Ele vem aqui; eles vêm aqui.
Eles têm sede; ela tem sede.
Derivados de ter e vir (obter, manter, intervir)
na terceira pessoa do singular leva acento agudo; 
na terceira pessoa do plural do presente levam circunflexo
ele obtém, detém, mantém;
eles obtêm, detêm, mantêm
Continua tudo igual.
Acento diferencial
Esta regra desapareceu, exceto para os verbos:
PODER
 (diferença entre passado e presente.
Ele não pôde ir ontem, mas pode ir hoje.
PÔR
 (diferença com a preposição por): 
Vamos por um caminho novo, então vamos pôr casacos;
TER
 e VIR e seus compostos (ver acima).
Observe:
1) Perdem o acento as palavras compostas com o verbo
 PARAR:
Para-raios, para-choque.
2)
 FÔRMA (de bolo): O acento será opcional; se possível, deve-se evitá-lo: Eis aqui a forma para pudim, cuja forma de pagamento é parcelada.
Trema (O trema não é acento gráfico.)
Desapareceu o trema sobre o
 U em todas as palavras do português: Linguiça, averiguei, delinquente, tranquilo, linguístico.
Exceto as de língua estrangeira: Günter, Gisele Bündchen, müleriano

Disponível em: http://educacao.uol.com.br